E hoje, tudo o que vejo, tudo o que ouço, me faz lembrar você.
Não queria que fosse assim, mas é inevitável.
E em tão pouco tempo já é dono de uma parte tão grande em mim...
Hoje, tudo o que quero é estar com você.
Olhar nos seus olhos, beijar mais uma vez a sua boca e dizer mais uma vez o quanto gosto de o ter ao meu lado.
Hoje, mas só hoje, vou me preocupar com os seus passos.
Vou te beijar como se fosse o último dia.
Vou te abraçar tão forte ao ponto de sentir o teu coração batendo no meu peito.
Hoje, somente hoje, vou prestar atenção em tudo o que disser.
Vou deixá-lo falar o quanto quiser.
Vou apoiá-lo e aconselhá-lo quando permitir.
Hoje, vou esquecer meus anseios e me submeter às suas vontades.
Vou deixá-lo saborear meu corpo assim como saborearei o seu.
Vou deixar-me levar pelo desejo. Mas só hoje.
Seu ontem é inútil para mim, sei que não estarei no seu amanha tão pouco.
Portanto, domino o seu hoje. Porque ele é todo meu.
E quando vier o amanhã, talvez sinta a minha falta, talvez queira me ver novamente.
Mas não posso fiar-me no seu "talvez", posso apenas crer no seu hoje.
E espero que ele seja tão memorável para você quanto é para mim.
Pois só no fim deste dia, posso sonhar com o amanhã incerto, que hoje parece tão distante que não vale a pena sonhar.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
E se esvaiu
E a dor que tanto sentia
Se esvaiu
E o medo que tanto sofria
Se esvaiu
Ao te olhar
Não deixo de pensar
Como pude te amar
E me deixar depreciar
Dei tempo ao tempo
Tive esperança
Se esvaiu meu sofrimento
Deu lugar à esperança
Hoje já não pertenço a ninguém
Não amo mais ninguém
Mas continuo a procurar alguém
Não desisto fácil
Não sou tão frágil
Vou encontrar
Vou me permitir amar
Novamente...
Se esvaiu
E o medo que tanto sofria
Se esvaiu
Ao te olhar
Não deixo de pensar
Como pude te amar
E me deixar depreciar
Dei tempo ao tempo
Tive esperança
Se esvaiu meu sofrimento
Deu lugar à esperança
Hoje já não pertenço a ninguém
Não amo mais ninguém
Mas continuo a procurar alguém
Não desisto fácil
Não sou tão frágil
Vou encontrar
Vou me permitir amar
Novamente...
domingo, 9 de agosto de 2009
Nem tão opostos assim
E começa tudo de novo...
Mas não tão igual assim.
O nome repetido dezenas de vezes na caixa de entrada do celular não é mais o mesmo.
Mas as conversas são extremamente iguais.
Os abraços, beijos e toques são mais apaixonados, mais delicados.
Mas continua sendo uma relação escondida.
A cor dos olhos mudou. Os verdes deram lugar aos castanhos.
Mas o olhar de desejo quando me possui é o mesmo.
Os passeios são diferentes, mais românticos.
Mas as intenções são definitivamente iguais...
Ele diz que me adora e mente para poder me ver.
Antes, o outro mentia que me amava para poder me ver.
Tudo que ele quer é me abraçar e me beijar ao me ver.
Exatamente como o outro fazia.
Tão iguais e tão diferentes,
Nunca ví opostos tão semelhantes.
O que os une sou eu.
O que os distingue sou eu.
E nesses opostos tão semelhantes me encontro.
Tão confusa e tão decidida.
E temo que essa história tão oposta tenha um fim tão semelhante e triste como a história anterior.
E rezo que essa hístória tão semelhante não seja oposta nos momentos tão bons que tive na história anterior.
Mas não tão igual assim.
O nome repetido dezenas de vezes na caixa de entrada do celular não é mais o mesmo.
Mas as conversas são extremamente iguais.
Os abraços, beijos e toques são mais apaixonados, mais delicados.
Mas continua sendo uma relação escondida.
A cor dos olhos mudou. Os verdes deram lugar aos castanhos.
Mas o olhar de desejo quando me possui é o mesmo.
Os passeios são diferentes, mais românticos.
Mas as intenções são definitivamente iguais...
Ele diz que me adora e mente para poder me ver.
Antes, o outro mentia que me amava para poder me ver.
Tudo que ele quer é me abraçar e me beijar ao me ver.
Exatamente como o outro fazia.
Tão iguais e tão diferentes,
Nunca ví opostos tão semelhantes.
O que os une sou eu.
O que os distingue sou eu.
E nesses opostos tão semelhantes me encontro.
Tão confusa e tão decidida.
E temo que essa história tão oposta tenha um fim tão semelhante e triste como a história anterior.
E rezo que essa hístória tão semelhante não seja oposta nos momentos tão bons que tive na história anterior.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
E não saberei responder por quê
E aquele mal volta a afligir o meu peito
Perco os sentidos, perco-me da realidade
Me tranco no meu mundo dos sonhos
A lágrima silenciosa cai do meu rosto
Sem que ao menos possa sentí-la
A aflição atinge meu corpo
Tão forte que que ficar em pé se torna impossível
Pesadelos já não assustam mais
Meu medo é a realidade
Aquela estranha sensação continua a me perseguir
Tento fugir, me livrar
Mas já não tenho forças pra lutar
Deixo os poucos
A névoa fina, escura e fria
Ir me afastando de tudo o que quero
Essa névoa não é boa
Me leva pra onde não quero mais voltar
Um lugar onde já sofri demais
Me leva ao destruidor dos meus pesadelos
Causador da minha realidade
Meu insone karma
Tenho medo
Mas não consigo evitar
E a névoa fecha meus olhos
Já não vejo com clareza
O que através dela se passa
Não sei mais se realmente
Existe algo além
Mundo estranho este que vivo?
Ou mundo estranho no qual vivem os outros?
Questão essa jamais saberei responder...
Perco os sentidos, perco-me da realidade
Me tranco no meu mundo dos sonhos
A lágrima silenciosa cai do meu rosto
Sem que ao menos possa sentí-la
A aflição atinge meu corpo
Tão forte que que ficar em pé se torna impossível
Pesadelos já não assustam mais
Meu medo é a realidade
Aquela estranha sensação continua a me perseguir
Tento fugir, me livrar
Mas já não tenho forças pra lutar
Deixo os poucos
A névoa fina, escura e fria
Ir me afastando de tudo o que quero
Essa névoa não é boa
Me leva pra onde não quero mais voltar
Um lugar onde já sofri demais
Me leva ao destruidor dos meus pesadelos
Causador da minha realidade
Meu insone karma
Tenho medo
Mas não consigo evitar
E a névoa fecha meus olhos
Já não vejo com clareza
O que através dela se passa
Não sei mais se realmente
Existe algo além
Mundo estranho este que vivo?
Ou mundo estranho no qual vivem os outros?
Questão essa jamais saberei responder...
Soneto de Despedida (releitura de do Soneto de Véspera de Vinícius de Moraes)
Agradeço por todos os beijos
Carinhos e gracejos
Que tão de bom grado
A mim foram dados
Me desculpe por ser tão inconstante
E as vezes tão irritante
Ao ponto de partir
Sem ao menos me despedir
Eu te amo
Não posso negar
Mas preciso me libertar
Estou me enfraquecendo tanto...
Nunca esquecerei
Do homem que amei
E me mostrou coisas
as quais jamais sonhei
Se um dia quiser se lembrar de mim
Pense mais ou menos assim
como lembrança boa de se ter
Agora tenho que ir embora
já está na hora
também quero viver!
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